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Não voltaremos para casa

Ensaios feministas sobre poder, território e resistência no Brasil

“Aqui, cada texto nasce de uma vivência, de uma indignação e também de uma esperança. É por isso que, ao lê-lo, não nos sentimos apenas informados ou esclarecidos: sentimos que somos parte de um movimento maior, de uma história que está sendo escrita agora, com coragem e sem recuos.”

— da apresentação de Anamaria Prates Barroso

 

“Este livro é mais que uma coletânea de textos. É uma ferramenta de mobilização e memória. Ele registra conquistas, alerta para os riscos de retrocessos e inspira novas formas de organização.
É leitura necessária, urgente e fundamental, para todas e todos que acreditam em uma sociedade mais justa, igualitária e democrática.”

— do prefácio de Dora Pires

Ficha técnica

ano 2025 
152 páginas formato 14×21 
ISBN 978-65-84685-62-8
edição Bruna Schlindwein Zeni | revisão ortográfica Eduarda Rimi | projeto gráfico e diagramação Bruna Leão Rangel | bibliotecária Maria Alice Ferreira

obra impressa

no Brasil

SUMÁRIO

Agradecimentos

Apresentação

Prefácio

Capítulo 1

– Nosso corpo é nossa pressa

– Punitivismo não salva mulheres da violência

– Precisamos proteger nossas meninas

– A utopia de uma vida sem violência para meninas e mulheres

– O negócio da misoginia

– Vozes que clamam: as defensoras dos direitos humanos

– Brasil na vanguarda do retrocesso com a PEC contra o aborto

– 18 anos da Lei Maria da Penha: conquistas e desafios

– Marielle: justiça feita, mas a luta continua

Capítulo 2

– Não voltaremos para casa

– Uma chance para virar o jogo

– Quando mulheres legislam

– Se a cadeira falasse

– O valor do seu voto

– O ano em que a vergonha mudou de lado

– Onde está cajá?

– Depois de março, voltamos à invisibilidade?

– Quem tem medo da Lei da Ficha Limpa?

– Misoginia não é brincadeira

– Um ano decisivo para as mulheres

– BRICS: o multilateralismo pelas vozes das mulheres

– A jardineira da democracia

Capítulo 3

– Brasília, capital do empreendedorismo

– Brasília, a cidade sonhada

– Desigualdade letal no Distrito Federal

– A cidade em disputa: quem define o espaço público?

– Brasília, 65 anos: o futuro precisa chegar para as mulheres da periferia

Capítulo 4

– O discurso sobre gênero e raça ainda está distante da prática

– Justiça financeira para as mulheres

– A maternidade pode custar o emprego das mulheres

– Todo dia ela faz tudo sempre igual

– Paris: o legado das atletas brasileiras

– A falácia do “risco mulher” no mercado de crédito

– Desromantizando o empreendedorismo feminino

Capítulo 5

– Por que não ouvimos Marina?

– Mulheres na preservação do cerrado

– A COP30 e os pequenos negócios

– A ciência tem gênero? As mulheres que desafiam as barreiras da ciência e da tecnologia

– Justiça global em um mundo polarizado: reflexões a partir da Índia

– Quando elas entram no clima

– Empreendedorismo climático sob as lentes de gênero e raça

Posfácio

Referências bibliográficas

veja também:

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